quarta-feira, 18 de novembro de 2009

mercantilismo

Mercantilismo é o nome dado a um conjunto de práticas econômicas desenvolvido na Europa na Idade Moderna, entre o século XV e o final do século XVIII. O mercantilismo originou um conjunto de medidas econômicas diversas de acordo com os estados. Caracterizou-se por uma forte ingerência do Estado na economia. Consistiu numa série de medidas tendentes a unificar o mercado interno e teve como finalidade a formação de fortes Estados-nação.

É possível distinguir três modelos principais: bulionismo ou metalismo, colbertismo ou balança comercial favorável e mercantilismo comercial e marítimo.

Segundo Hunt, o mercantilismo originou-se no período em que a Europa estava a passar por uma grave escassez de ouro e prata, não tendo, portanto, dinheiro suficiente para atender ao volume crescente do comércio.[1]

As políticas mercantilistas partilhavam a crença de que a riqueza de uma nação residia na acumulação de metais preciosos (ouro e prata), advogando que estes se atrairiam através do incremento das exportações e da restrição das importações (procura de uma balança comercial favorável). Essa crença é conhecida como bulionismo ou metalismo.

O estado desempenha um papel intervencionista na economia, implantando novas indústrias protegidas pelo aumento dos direitos alfandegários sobre as importações, (protecionismo), controlando os consumos internos de determinados produtos, melhorando as infra-estruturas e promovendo a colonização de novos territórios (monopólio), entendidos como forma de garantir o acesso a matérias-primas e o escoamento de produtos manufaturados. A forte regulamentação da economia pelo mercantilismo será contestada na segunda metade do século XVIII por François Quesnay e pelo movimento dos fisiocratas.

rei artur

O lendário Artur cresce como uma figura de interesse internacional em grande parte pela popularidade do livro de Geoffrey de Monmouth, Historia Regum Britanniae (História dos Reis Britânicos). Porém, alguns contos de Gales e da Bretanha e poemas relativos a história do Rei Artur foram feitos antes deste livro; nestas obras Artur aparece como um grande guerreiro que defende a Grã Bretanha dos homens e inimigos sobrenaturais ou como uma figura fascinante do folclore, às vezes associada com o Outro Mundo, Annwn. Quanto o livro de Geoffrey de Monmouth, foi adaptado dessas obras do que inventado por ele mesmo, é desconhecido.

Embora os temas, acontecimentos e personagens da lenda de Artur variem de texto pra texto e não exista uma versão totalmente comprovada, a versão de Geoffrey sobre os eventos é frequentemente usada como ponto inicial das histórias posteriores. Geoffrey descrevia Artur como um rei britânico que venceu os saxões e estabeleceu um império composto pela Grã-Bretanha, Irlanda, Islândia e Noruega. Na realidade, muitos elementos e acontecimentos que agora fazem parte da história de Artur apareceram no livro de Geoffrey, incluindo Uther Pendragon, pai de Arthur, o mago Merlim, a espada Excalibur, o nascimento de Artur em Tintagel, sua batalha final em Camlann contra Mordred em Camelot e o fim de Avalon. Chrétien de Troyes, escritor francês do século XII que adicionou Lancelote e o Santo Graal à história, iniciou o gênero de romance arturiano que se tornou uma importante vertente da literatura medieval. Nestas histórias francesas, a narrativa foca frequentemente em troca do Rei Artur para outros personagens, como os Cavaleiros da Távola Redonda. A literatura arturiana teve sucesso durante a Idade Média, mas diminuiu nos séculos que se seguiram até ter um ressurgimento significativo no século XIX. No século XXI, as lendas continuam vivas, tanto na literatura como em adaptações para teatro, cinema, televisão, revista em quadrinhos e outras mídias.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

a falta de privacidade

FALTA DE PRIVACIDADE todo mundo concorda privacidade é um ser humano `s right.but inestimável, hoje em dia, está ficando mais e mais difícil de ter. computadores, cabines de pedágio eletrônico, cartões de crédito, telefones celulares e caixas eletrônicos estão todos relacionados com a falta de privacidade, porque eles ajudam as pessoas eo Estado trace seu movements.remember, eles estão sempre observando você usar o dinheiro quando você puder, não dê o seu número de telefone, número de segurança social ou endereço, a menos que seu absollutely que, não preencher ou responder a questionários de telemarketing; manter o seu número de telefone não cotadas, nunca deixe o seu telefone móvel no seu movemements podem ser rastreados, não use os cartões de crédito usar ; ser carefur com o internet.does desta paranóia de som para o seu? Na verdade, é o conselho oferecido por defensores da privacidade de hoje

terça-feira, 29 de setembro de 2009

http://www.youtube.com/watch?v=qJWs7Emrz6s
http://www.youtube.com/watch?v=qJWs7Emrz6s

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

A oitava crusada

Em 1265, os egípcios da dinastia mameluca tomaram Cesaréia, Haifa e Arsuf; em 1266, ocuparam a Galiléia e parte da Armênia e, em 1268, conquistaram Antioquia. O Oriente Médio vivia uma época de anarquia entre as ordens religiosas que deveriam defendê-lo, bem como entre comerciantes genoveses e venezianos.

O rei francês Luís IX (São Luís), retomou então o espírito das cruzadas e lançou novo empreendimento armado, a Oitava Cruzada , em 1270, embora sem grande percussão na Europa. Os objetivos eram agora diferentes dos projetos anteriores: geograficamente, o teatro de operações não era o Levante mas antes Túnis, e o propósito, mais que militar, era a conversão do emir da mesma cidade norte-africana.
A morte de São Luís.

Luís IX partiu inicialmente para o Egito, que estava sendo devastado pelo sultão Bibars. Dirigiu-se depois para Túnis, na esperança de converter o emir da cidade e o sultão ao Cristianismo. O sultão Maomé recebeu-o de armas nas mãos. A expedição de São Luís redundou como quase todas as outras expedições, numa tragédia. Não chegaram sequer a ter oportunidade de combater: mal desembarcaram as forças francesas em Túnis, logo foram acometidas por uma peste que assolava a região, ceifando inúmeras vidas entre os cristãos, nomeadamente São Luís e um dos seus filhos. O outro filho do rei, Filipe, o Audaz, ainda em 1270, firmou um tratado de paz com o sultão e voltou à Europa. Chegou a Paris em maio de 1271 e foi coroado rei, em Reims, em agosto do mesmo ano.
Obtido em "http://pt.wikipedia.org/wiki/Oitava_Cruzada"
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sexta-feira, 18 de setembro de 2009

a civilizacão mesopotâmica

a mesopotamia e uma região histórica do oriente médio{àsia} inchuida no iraque e banhada pelos rios tigre e eufrates os súmerios organizavam-se politicamente em cidades estados como ur nipur e lagassen segundo a biblia no segundo livro de genisis ur foi a terra natal de abrão, considerada também a maior cidade da epóca localizada atualmnte,ur é uma cidade de ferro ,180km ao norte baçora ,perto do golfo pérsico,uma das muitas estações da celebre estrada de ferro de bagdá,na capital do iraque

a civiizacão mesopotâmica

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

terça-feira, 1 de setembro de 2009

o sugimento do mundo

a historia do mundo conta varias versoes conta que o mundo surgiu após a esplosão do mundo
e outro conta que deus surgiu o mundo en sete dias no primeiro dia deus fes 0deus criou o ceu e a terra era sem forma e vazia e havia trevas sobre a face do abodismo eo espirito de deus se moviasobre

a historia do mundo

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

A VOZ

Da tua voz
o corpo
o tempo já vencido

os dedos que me
vogam
nos cabelos

e os lábios que me
roçam pela boca
nesta mansa tontura
em nunca tê-los...

Meu amor
que quartos na memória
não ocupamos nós
se não partimos...

Mas porque assim te invento
e já te troco as horas
vou passando dos teus braços
que não sei
para o vácuo em que me deixas
se demoras
nesta mansa certeza que não vens.